9.10.14

Um doce segredo..... nosso!


Um dia normal, conduzia-se para a cama, meia despida, meia nua... apenas os trajes de noite sobre o corpo, e este pedia colo, pedia alento, pedia, gritava quase... e na mente a imagem de algo que não lhe saia da memória, apenas uma foto do quanto ela mexia com ele, do quanto ele tinha vontade dela, do quanto ele lhe queria adormecer a alma a sorrir, do quanto a desejava foder. E ela, deitava-se só, só e com ele no pensamento, ele e a vontade de quebrar as resistências que se impunha a si mesma. Seriam necessárias? Fariam sentido? Talvez sim, talvez não... já nem queria saber, deitou-se e deixou-se sentir pelos próprios dedos, imaginando-o, imaginando-lhe a fome, imaginando-lhe o prazer estampado no rosto, imaginando e sentindo-se sucumbir ao toque, aos arrepios que agora lhe percorriam o corpo, à vontade de se sentir a navegar no nirvana, de se entregar aos devaneios da sua mente provocados por ele. E enterrava-se dentro dela a ideia de lhe ser, e de se vir... de lhe dar o sorriso do orgasmo atingido. A boca queria-lhe provar o beijo, daqueles que engolem a alma, que atravessam o deserto sequioso e vão beber ao oásis escondido do outro lado. Daqueles que se sentem pelo corpo inteiro, de rasgar a respiração, tal qual se encontrava naquele instante, acelerada, descontrolada, e o corpo pedia mais, e mais... e só parou quando o auge lhe fez estremecer a alma através do corpo, descansando ternamente no peito da sua imaginação!

1 comentário:

Jorge disse...

Amo-te, pá!