1.2.17

Reflexões




Há pessoas tão verdadeiramente perdidas no mundo!...
Fazem tudo sem saber o que realmente querem, desejam, sentem, sonham, aspiram para si próprias... e nunca se sentem pertença de nada. Sou uma felizarda... eu sempre soube o que quis para mim, sempre fiz tudo virar para onde eu queria, mesmo quando tudo parece extremamente escangalhado à minha volta!
Perco-me tantas vezes noutros mares mas jamais o faço sem a consciência de que me afogo onde quero, quando quero e com quem quero!...

30.1.17

Foi(se)...





Não diria melhor que estas palavras inscritas nesta imagem!
Às vezes há histórias que já terminaram antes de começarem, e só eu teimo em ver o que o outro não viu. Foi sem olhares para mim verdadeiramente que morreu afogado um sentimento que tentava manter-se à tona num mar que nunca foi o dele e de onde jamais sabia que sairia vivo!
Foi, e apesar de ser tão teimosa em esquecer algo que até a alma já não quer sentir, o corpo continua ali à espera do nada, à espera de um gesto que me mostre que não foi perda de tempo, que fez algum sentido todo o prazer que sentiu, nunca deixando a alma aproximar-se!
Foi-se, e um dia destes, quando menos esperar o olhar acompanhará a alma que nunca lá esteve, os gemidos que já deixaram de fazer ruido, e o corpo virará costas, ao que parecia uma segunda chance, sem o ser... Ficará para todo o sempre a minha capacidade infinita, e tantas vezes comprovada de entrega sem limite, desta vez numa versão sem alma...