5.5.13

Simplicidade

Quantas vezes no vazio das minhas mãos carrego as lágrimas derramadas pelo peito, apertado da espera, do que ainda não viveu e anseia. Quantas vezes no corpo, nu, são desenhados os desejos de uma alma que desenfreadamente corre em busca, tantas vezes, de algo que nem sabe definir ao certo. E queres-se tudo, e o nada ao mesmo tempo, para preenchermos a caixa torácica, que se torna grande demais.

Sou estrela do meu mundo.
Sou vento que passa invisível pela estrada solitária.
Sou ser ambulante despida de pudores.
Sou rosa com espinhos, às vezes doce, outras amarga.
Sou apenas EU!

8 comentários:

Sol Negro disse...

....a verdadeira beleza da rosa é essa mesma...espinhos cravejados de belas pétalas! Quem não compreender essa união, nunca perceberá uma Rosa!


beijo

lusoma mar disse...

o tempo é sempre a cura do tempo perdido..logo nao desesperemos porque o que merecemos permanecerá em algum lugar disponivel nessa busca..
basta sermos iguais a nós próprios, e sim devemos querer tudo e o nada ao mesmo tempo...
basta te seres tu...
kis,,,

Sil disse...

Confiança acima de tudo.
O tempo não cura nada, desvia-nos a atenção para outras coisas por tempo limitado, ou não.
Eu sou eu mesma, e tu?
:)

Sil disse...

Nada a acrescentar.
E se todos tivessem a tua percepção, talvez o mundo fosse muito mais simples.
:)

lusoma mar disse...

eu seria muita coisa se o teu tempo fosse o meu tempo...
mas o tempo tem o tempo que o tempo tem,,,!! e tu tens tempo----?? eu sou eu,,,,,mesmo.

Sil disse...

nem sabes se eu tenho assim tanto tempo.
:)

lusoma mar disse...

tens de certeza o tempo que o tempo dá,,,basta aproveitares esse tempo enquanr«to esse tempo gastas outro tempo voltará,...
moral do tempo ! há que aproveitar o tempo enquanto é tempo...
será que com este tempo nos entendemos...Oh Sil....!!
:)

Sil disse...

O tempo é uma sombra que escorrega por entre os dedos do inifnito.
:)